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Feminino

A Melhor Manteiga Hidratante de Todos os Tempos

7 de setembro de 2016

Quando fiz a segunda tatuagem, por ser um desenho grande num lugar cretino (ela passa atrás do joelho, bem na dobrinha e sim, dói mais que o final de Lost), a Gabi pediu uma série muito maior de cuidados que na minha tatuagem anterior. Já tinha ouvido que Bepantol é ruim pra cicatrização de tatuagem porque 1) faz soltar mais tinta 2) forma bolinhas dependendo do lugar e 3) é uma pomada muito oleosa. Sempre me recomendaram Nebacetin, mas a Gabi veio e me apresentou a Melhor Manteiga Hidratante de Todos os Tempos™.

Easy Inn - Super Hidratante

A Easy Inn é um super hiper mega pack de manteigas naturais e vaselina e não tem petrolatos ou conservantes, é 100% natural. Ela pode ser usada antes, durante (ajuda a agulha a deslizar melhor) e depois da tatuagem, e rende demais.  Quando aplicava no perna, eu acabava espalhando o que sobrava nas mãos e as minhas cutículas mudaram da noite pro dia (elas são super secas, no inverno sangra direto) e aí veio o único pensamento possível: VOU PASSAR ISSO EM TUDO.

E, olha, é amor.

Das manteigas que testei, é a que teve melhor efeito E é o melhor custo benefício: ela é muito mais barata que uma The Body Shop ou mesmo uma da Granado (que convenhamos, tá um assalto). Outra vantagem é que vende em 4 tamanhos, um deles é de 12g, dá pra deixar na bolsa e aí posso aplicar direto nas cutículas.

O que pode não agradar muito é o cheiro, ela não tem essência nenhuma, então tem aquele cheirinho de vaselina, mas eu não acho forte e só sinto na hora (e olhe lá, só quando aplico muito). A textura dela dela fica bem durinha no inverno, mas só de você deixar na mão ou começar a espalhar ela derrete e fica super fácil de passar.

Paguei 40 reais no pote grande e 10 no pequeno na Galeria do Rock, todas as lojas lá estão mais ou menos nesse preço (comprei no terceiro andar, em uma loja que fica quase na sacada da 24 de maio, por recomendação da tatuadora, aceita débito). Na internet sai mais caro e tem o frete.

Easy Inn - Super Hidratante

Easy Inn - Super Hidratante

Easy Inn - Super Hidratante

Easy Inn - Super Hidratante

Também tem opção de comprar em um pote ~comum~ de plástico branco (sai mais barato também, segundo a tatuadora), mas né OLHA ESSA LATA! <3

Lifestyle

BEDA #03 – A Primeira Tatuagem

3 de agosto de 2016

Assim como aconteceu com os piercings, ser a pessoa tatuada não é uma coisa que lembro de ter nascido comigo, não fui daquelas adolescentes que contou os dias pra fazer 18 anos e se encher de rabiscos e furos. Mas alguma coisa aconteceu no meio do caminho (provavelmente o Tumblr ou a USP frustrando todos os meus desejos e sonhos) e em algum momento eu decidi que queria ser diferente, no sentido gente do tumblr diferente. Fiz a minha primeira tatuagem em julho do ano passado.

O Zumba, um sujeito maravilhoso que cuida dos meus piercings (e do meu mais íntimo ser), fala que pra ele tatuagens ainda são uma forma de contracultura, e nas nossas conversas acabei puxando um pouco disso pra mim, me tatuar se tornou uma forma de dizer que mesmo vestindo roupa social das 9 às 18hrs, aquilo não me define.

Assim, o significado da coisa sempre esteve em ter muitas tatuagens e não uma grande interpretação filosófica de um desenho em si. Coisas pequenas nunca foram uma opção pra mim.

Eu já pesquisava desenhos há um tempo, sem nunca ter visto nada que me agradou. Mas coisas acontecem e esbarrei num desenho lindo da Elissa. Tudo fez sentido. A história dela é legal pra caramba (é uma coisa que considero, já que vou carregar o trabalho do sujeito por aí), o trabalho dela é único, é muito sério (ela estudou desenho botânico, ela sabe cada estrutura da planta, não é no olho) e, puta que pariu, como é lindo.

Esse encontro mudou muito a forma como me preparo para as próximas (muitas) tatuagens, agora eu acho a pessoa e encaixo ela em mim, sem partir do desenho. Meu nível de confiança na Elissa foi de uma forma que quando me perguntavam algum detalhe da tatuagem, eu respondia que não sabia, porque não sabia mesmo, ela me mostrou um rascunho, começamos e eu sabia que ia ficar bom.

Aparentemente, num post de tatuagem a gente tem que falar sobre dor. Parece que é isso que as pessoas fazem e quem sou eu pra quebrar o protocolo: doeu, mas foi mais um ardido, um incômodo. Dividimos em duas sessões não muito pela dor, mas porque a pele ficou muito sensível, num nível que já estava incômodo demais ela encostar a mão pra apoiar e continuar (não senti uma diferença considerável de dor entre as regiões da coxa).

Cicatrizou super bem, só com nebacetin e hidratante Nívea (o da latinha azul), foram dois dias de plástico e o resto só alegria.

Tatuagem - Elissa Rocabado

Tatuagem - Elissa RocabadoAs fotos são da (maravilhosa) Rhariane Shibuya

Velhinha, com as flores da caveira já murchas, vou lembrar que três migas saíram de casa (em dia de MasterChef!!1!!1) e me acompanharam na Augusta para eu me tatuar ao som de Beatles. <3

A flor é essa aqui, o símbolo de Hong Kong. <3

BEDA 2016

Lifestyle

30 antes dos 30 – Junho 16

28 de julho de 2016

Esse é um dos posts de acompanhamento do projeto 30 antes dos 30. A lista completa do que ser e fazer está aqui.

Junho foi um mês muito mais caseiro por motivo de Alessa, era muito difícil e horroroso deixá-la sozinha pois 1) ela era MUITO pequena e MUITO carente (spoiler alert: temos outra gata agora) e 2) olha bem pra essa gata! <3

Junho também foi o mês em que Anna Vitória (nossa blogueria preferida) esteve em terras paulistanas e nos acompanhou em gostosas conversas & vinhos e no <3 bolo <3 de <3 paçoca <3 da Quermesse da Consolação.

30 Antes dos 30 - JunhoFoi um mês de ficar em casa, mas teve muito café e o apartamento ganhou taças. <3

3. Ser a Mônica Geller

Não tive grandes visitas (também por conta da Alessa), mas uma amiga ~deu uma passadinha~ aqui enquanto estávamos voltando a pé de um passeio (que é meio que o objetivo: ser aquela casa meio ~chega aí~) apenas para conhecer a recém chegada.

4. Ser a moça tatuada

Aconteceeeeeu! Depois de 3 horas em pé para ser desenhada e 3 outras horas sob intensos traços e agulhas, está feita a maior parte da tatuagem da parte de trás da perna direita. <3 Ficou exatamente como eu queria e a Gabi foi incrível. Volto em setembro pra terminar. :)

(a foto que eu tenho é essa porque tem quase dois meses que esqueço de pedir ajuda pra fotos ou tenho reguiça de montar o tripé – posto direito quando estiver pronta flw vlw)

6. Sair mais para coisas novas

30 Antes dos 30Sobremesa da Dona Onça, cerveja IPA Nema e a área externa do Corleone (que é bar, restaurante, Barbearia e um abraço)

Como disse, foi um mês de ~licença maternidade~ nessa casa, mas além de 723 pet shops, conheci os seguintes estabelecimentos:

  • Bar da Dona Onça (gostei? não gostei? são questões)
  • Corrientes 348
  • Corleone Barbeer <3

O Bar da Dona Onça é legal porém tudo muito caro e muito pequeno e muito comum pra muita fila. Os acertos da noite fora essa cerveja (que é Dinamarquesa assim como a “Futebol é Amor“?) e a sobremesa “Eu sou Feliz” que tinha um monte de coisa gostosa misturada num pote bonito. :) O Corleone é legal porque tem uma área gostosa, um garçom boa gente e pode levar cachorro.

7. Criar e guardar bem minhas lembranças

Eu tenho me policiado um pouco mais com isso, tenho tirado mais fotos dos lugares onde passo (basicamente comida) e tentado documentar o crescimento da Alessa (que deve ter algum distrbio sério pra crescer 40 cm por dia). Quero assinar esse serviço aqui que a Adri recomendou, mas ainda sinto que falta me organizar mais (tudo precisa ser muito organizadinho).

30 Antes dos 30 - JunhoNem tuuuudo é comida: em cima a orgia deuma visita no Torta no Quintal; em baixo Porque Sim, Espaço Kazu e pra não dizer que não falei das flores a USP

9. Viver ao ar livre

Falhei miseravelmente na minha meta de 5 quermesses (fui em 01 só?!) e poderia dizer mil coisas a respeito disso e dos sentimentos que me cercam, mas a Anna já disse tudo nessa bela e profunda newsletter: Ode à Quermesse.

Migas e Ode a QuermesseVisitem também as migas: Anna, Nambs, (eu), , Babi e Lidy.