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Pessoal

BEDA #27: Tag – Louca dos Gatos

27 de agosto de 2016

A discussão dessa tag surgiu lá no SOTBM e apesar da já ter feito uma parecida, nessa aqui eu quis focar não nos bichos, mas em nós, as loucas dos gatos: nossas agonias, nossas questãs, nossas angustias, nosso futuro. Essa tag é pra todo mundo que já foi chamada de Louca dos Gatos um dia

Quantos gatos você já teve?

Sete (contando com Alessa e Cassandra, as atuais). Cremucha chegou quando eu tinha 3 anos. Mingau foi o que viveu mais (21 anos) e foi meu melhor amigo. Abigail morava em uma árvore, Miyuki era uma caiçarinha peluda e Ana era caolha e lindíssima.

Louca dos GatosHá uns 15 anos: já era louca dos gatos sim.

Louca dos GatosCremucha, a primogênita.

Louca dos GatosMingau, o melhor amigo.

Sempre teve gatos?

Tive dos 3 aos 21 e voltei a ter agora aos 27.

Quantos gatos tem agora?

Duas: Alessa e Cassandra

Gostaria de ter mais?

Sim, mas não seis ou sete como eu pensava antigamente. Acho que eu pegaria mais um ou dois.

O que determina o número de gatos? Dinheiro, espaço, tempo, pessoas com quem divide a casa?

A manutenção delas não é barata e dois filhotes em uma kitnet foi uma pequena loucura no começo, mas no fundo o que limita é que dá trabalho mesmo.

Já resgatou gatos da rua? Quantos?

Eu tive vários gatos clandestinos. Assim: se eu achava algum filhote, tentava criá-lo escondido dentro do guarda-roupa ou de algum outro local igualmente apropriado da casa, até o gato se rebelar e aparecer dormindo estirado no sofá da sala. Li alguém contando uma história igual a essa no site e fiquei muito feliz de não ser a única com essas idéias brilhantes.

Já passou apuros por ser a louca dos gatos?

O meu avô não ficava nada feliz quando descobria os gatos clandestinos. Mas teve também a Abigail, que invadiu a casa, teve cria dentro do guarda-roupa e depois que doamos os gatinhos decidiu que ia morar na nossa árvore (tínhamos cachorros no quintal, uma basset chamada Chiquita e um doberman chamado Chicão). Ela ficou naquele lugar por anos! A gente deixava comida nos galhos e fora os latidos e gritos e miados esporádicos, tudo funcionava bem. Quando ela cansava, descia pelo muro da casa e ia dar um rolê.

Louca dos Gatos

Ajude as migas gaterias: marca de ração seca, marca de ração molhada, marca de areia, brinquedo preferido.

Ração seca a gente dá Golden (filhotes) e ração molhada ainda é uma questão, porque a a Royal Canin tem um preço meio proibitivo e a Whiskas a gente sabe que é uma porcaria. Areia estamos misturando/intercalando entre Pipi Cat e granulado de madeira, mas nenhum dos dois deu 100% certo ainda (a gente usa a caixa de areia fechada). O brinquedo que elas mais amam na vida é esse ratinho aqui.

Miga, você se imagina virando ~a velha dos gatos~?

Miga, eu me imagino sim. Mas não mais como uma coisa ruim ou solitária que a gente pintava antigamente. Só sei que quanto mais perto dos 30 eu chego, mais eu sei que vai ter gato pra caramba, minha nossa senhora, como vai ter gato.

Louca dos Gatos

Louca dos GatosAlessa e Cassandra, quando me descobri mãe de gato.

Essa tag é pra todo mundo e pode ser feita também pelas loucas dos cachorros (uma homenagem direta a miga Jules), pássaros, peixes, porco-espinhos e capivaras (sempre quis ter uma fazenda de capivaras!), mas hoje eu deixo marcada pras migas gateiras: Isa, Babee, Nambs, Karine e Anne.

 

BEDA 2016

Pessoal

BEDA #20: Tag – As Coisas Mais Legais do Meu Mundo

20 de agosto de 2016

Sábados de BEDA são para memes (ou tags, como vocês jovens dizem). Esse é velho e, se não me engano, a Anna fez no BEDA passado e a Isa fez no longínquo 2015. Gosto das duas. Gosto da tag. Então vem comigo.

(a tag original é da Karol Pinheiro)

Decoração – quentinha como um abraço

Coisas fofas. Não fofa no sentido de unicórnio do Meu Malvado Favorito, fofa no sentido de “quero deitar ali e nunca mais me levantar” (na atual conjuntura energética da vida, não tá precisando de muito), confortável, convidativa, aconchegante, quentinha. Decoração de casa tem que ser aquela coisa que te abraça. Assim como disse a Isa, amo essa coisa que chamam de “estilo escandinavo”, mas meu pé fica gelado só de imaginar e tenho palpitações só de pensar nas gatas ali naquela delicadeza toda.

Livro – Harry Potter e o Cálice de Fogo

É. Falei disso na tag da semana passada, li HP4 na sétima série quando era zoada na escola e tava levando um fora pela primeira vez. E aquele livro me dava uma paz! Até hoje lembro dos lugares como se eu de fato tivesse pisado dentro deles, lembro fisicamente dessa história. Também é o livro em que a coisa toda começa a ficar séria. Enfim, HP sempre vai ser a série da minha vida e esse é o meu ano favorito deles.

Viagem – Hong Kong

Faz 4 anos (!!!) desde que voltei de Hong Kong e não tem um único dia em que não pense em ir morar lá.

Música – Starlight (Slash feat Miles Kennedy)

Myles and Slash

A minha música favorita é da minha parceria favorita. Quando você acha que o universo, do topo da sua mais alta e total misericórdia, não consegue fazer nada melhor que Slash e Axl juntos (sem camiseta. nos anos 80. naquelas roupas. e cabelos), surge Miles. E coisas acontecem.

Bônus track: Soldier of Love tem uma letra que faz a gente rir constrangido, mas gosto tanto!

Sapato – Botas

São lindas, confortáveis, quentinhas, estilosas e nos protegem do maior mal da humanidade: a água dentro do sapato (o proletário chega a tremer só com a lembrança). Além disso, são uma dupla destruidora com as famosas Meias Quentinhas. O pé fica até mais macio.

Maquiagem – Rímel

Cílios de emília, cílios de Minnie Mouse, cílios de finalista de Ru Paul’s drag race. Me dê qualquer coisa que deixe minhas pestanas tais quais a aba de um boné e me fará feliz.

Ídolo – JK Rowling

Pensei, pensei, pensei no Haddad e já que ídolo é uma palavra pesadérrima, tentei lembrar de alguém que eu usaria de exemplo para as minhas primas pequenas (que as vezes bem precisam de um rumo) e cheguei no meu primo preferido e na JK Rowling.

(mas que ela podia sossegar o bumbum, ah, ela podia)

Doce – Kit Kat

Kit kat de melãoKitkat de melão: Hong Kong e suas belas experiências.
(tem gosto de trident de melancia)

Tenho fases: já passei pelas paletas e no momento estou em uma verdadeira obsessão por um cheese cake de queijo canastra (!!!), mas o Kit Kat, com suas centenas de sabores, jamais me abandonou, e jamais irei abandoná-lo.

(e a minha avó faz um sorvete uma vez por ano que nossa, me falta até ar)

Blog – (o finado) So Contagious

A Anna é o tipo de pessoa que eu oscilo entre querer ser BFF e esconder pra guardar num potinho, pois o mundo não está preparado pra sediar um evento desse porte. Ela sente o que eu sinto, ela faz coisas divertidas, ela fala de novela com um amor que só quem já dividiu sofá e calorosas discussões de trama com a avó conhece, e nós dividimos os dois maiores ships da história da humanidade: Rory e Jess, de Gilmore Girls, e Rodrigo Santoro e Camila Pitanga, em Mulheres Apaixonadas.

 

BEDA 2016

Livros

BEDA #13: Tag – Livros que me marcaram

13 de agosto de 2016

Vi esse meme no blog da Thay, ela fez dez livros, mas resolvi reduzir o número pra focar realmente naqueles que me marcaram. Passei muito tempo lendo pouco ou quase nada, só agora com o Kindle no celular que retomei um pouco as coisas. Escolhi esses títulos não necessariamente porque são histórias fantásticas, mas porque me marcaram, na maioria das vezes, de uma forma sentimental.

Tag: Livros que me Marcaram

HP4

Esse é o meu Harry Potter preferido e foi o que li mais vezes. Não sei se foi uma coisa de momento (eu sofria muito bullying na escola, era super deslocada e meu melhor amigo tinha parado de falar comigo porque gostava de mim), mas as minhas lembranças do clima desse livro são parecidas com as lembranças quentinhas de uma viagem, a sensação é que eu realmente estive lá, que assisti os jogos da Copa (Copa <3), comi aquelas comidas, conversei e abracei aquelas pessoas. São lembranças muito mais reais do que várias coisas que me acontecera de verdade. Também é o primeiro livro que precisei esperar uns meses pro lançamento e o livro onde a história toda muda, fica pesada e coisas acontecem! Os quase três anos que se seguiram até A Ordem também dão um peso maior pro Cálice de Fogo. Acho que é meu livro preferido da vida.

Os Karas

Quem conssegue definir um grupo de (pré?)adolescentes como “o contrário dos coroas, o avesso dos caretas” e não fazer isso soar absolutamente brega? Pedro Bandeira. Que homem. Olhando hoje, as histórias de Miguel, Magrí, Calú, Crânio e Chumbinho são bem absurdas (lutar contra laboratórios multinacionais e oficiais nazistas?!), mas na época vivi aquilo com eles e foi lindo e foi intenso. E se passava em São Paulo! E eram livros tão cheios de carinho! E tinha o Detetive Andrade! Li e reli e reli infinitamente cada um deles. A Droga da Amizade está aqui na fila, reservado para um momento especial.

Carrie

Carrie foi meu primeiro livro do Stephen King (e o primeiro livro que ele escreveu. eu e ele: almas gêmeas). Me marcou porque é excelente e o melhor livro de terror/suspense que já li? Sim. Mas me marcou também por conta da maneira como ele descreve o sentimento da Carrie ao atacar pessoa. <3 Penso muito nessas palavras sempre que alguém me irrita. Penso mesmo. Desculpa.

Tag: Livros que me Marcaram

Vida Após a Morte

Aqui não foi necessariamente o livro que me marcou, mas toda a história e material sobre os três meninos do Memphis, a biografia do Damien veio só para encerrar e amarrar todas as pontas. Damien Echols foi preso (muito, muito, mas muito!) injustamente aos 16 anos e condenado à pena de morte. Nesse livro ele conta como não enlouqueceu na cadeia, como se casou com uma mulher que conheceu por carta e como ficou amigo do Eddie Vedder (mozão). Ele era só uma criança, com todos os motivos do mundo pra pirar e desistir, mas seu livro não trás nem revolta nem grandes mensagens de superação, apenas uma conversa muito franca com alguém que eu adoraria conhecer.

 Slash (a biografia)

Foi a primeira biografia que li e teve toda essa coisa de entender mesmo uma banda, em vez de só ouvir. Teve uma certa evolução minha aqui e isso me deixa bem feliz.

Meu Apetite por Destruição

Sempre fui do time que defendia o Steven Adler quando o excluíam das possíveis reuniões do Guns “Deixa o cara tocar, tão feliz o moço”. Aí fui ver a biografia e li todas essas páginas achando ele muito egocêntrico e um adolescente que não cresceu. Talvez eu tenha desejado espanca-lo. MAS: passado um tempo, acabou sendo uma das biografias mais sinceras que li (não que tudo o que ele escreveu seja verdade, mas ele acredita em tudo que está ali). Seus relatos sobre o abuso de drogas (incluindo a cena detalhada de uma convulsão no chão de um banheiro) são super reais, a primeira vez em que alguém me passou mesmo a dimensão da coisa, o sentimento e o desespero. Hoje voltei a gostar do Steven e e chorei quando ele subiu para tocar duas músicas na bateria dessa turnê atual.

Tag: Livros que me Marcaram

A Arte de Pedir

Assim como aconteceu com Anna Vitória (nossa blogueira preferida), A Arte de pedir caiu na minha mão no momento exato que eu mais precisava. Amanda é incrível e faz a gente acreditar em uma vida mais leve e em uma corrente infinita de ajuda e amor. As páginas desse livro trazem muito do que senti naquela minha caminhada de 108km. Realmente mudei várias coisas depois dessa leitura, passei a prestar mais atenção em como posso ajudar pessoas e, claro, virei fã de estátuas vivas.

All Across The World I e II

Já falei aqui sobre o quanto amo os livros da Tati e sobre como eles são mesmo incríveis, independente do meu apego emocional, mas li a série AATW em um ano muito difícil e cada capítulo era um respiro daquele redemoinho em que eu estava. E teve todo o processo de participar daquele momento junto com a Tati, de fazer parte do fandon da série e conhecer pessoas ótimas, de me envolver até o último fio de cabelo com aqueles personagens.

 

BEDA 2016