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Aquele sobre a China, a Rússia e o tempo – MiniBEDA #7

Eu fui pra China com 23 anos. E foi intenso e incrível como se pode imaginar. E eu queria morar lá pra sempre. E até pensei sobre isso na época, mas achei que não valia a pena construir carreira em um país sem lei trabalhista ou previdência (risos nervosos).

Ir pra China com 23 anos foi incrível, mas não sei se pela imaturidade, pelo medo ou pelo susto, a experiência me parece muito mais surreal e inacreditável quando penso sobre ela hoje aos quase-30, do que fui capaz de digerir na época. Hoje ainda é um pouco irreal pensar que ~cacete, eu, eeeeeeu, passei dois meses na China~. E na época, acho que na época não deu tempo de pensar em nada.

Mas a situação Rússia foi processada em sua plenitude antes, durante e depois do ocorrido em uma espiral constante de ~cacete, eu, eeeeeeeeu, estou indo/andando/voltando da Rússia~. Quando eu fui pro meu primeiro show (e alguns shows depois daquele e todos os shows de membros do Guns N Roses que se seguiram), eu experimentei uma sensação que é um misto do que a Emma Watson fala sobre ser infinito e do que a Catherine Willows no CSI chama de King Kong on Cocaine. A Rússia foram sete dias daquilo. E você não passa por isso sem ter a vida mudada. Só que ao contrário dos filmes e séries, a mudança não vem toda de uma vez. Você vai descobrindo as consequências disso todo dia e aos pouquinhos. Ainda não descobri tudo.

Moscou, 2017 - APTO 401

São Paulo

BEDA #26: Templo Kinkaku-ji: uma replica do Japão em Itapecerica

As vezes um rolê dá certo e a gente quer ganhar o mundo. A gente acha que dá pra fazer igual todo o final de semana. A gente quer quebrar barreiras. A gente se mete em: cilada.

Depois das muitas boas experiências com o Templo Zu Lai e com o combo que montamos recentemente, juntando o República das Bananas no passeio, veio aquele desejo de conquistar todas essas pequenas cidades dos arredores de São Paulo e um segundo templo parecia uma ótima idéia pra começar. Foi assim que fui parar no templo Kinkaku-ji.

O Templo Kinkaku-ji fica em Itapecerica da Serra e é uma réplica perfeita do original que existe no Japão, mas a visita só vale mesmo num dia de muito, muito sol (pro templo ficar dourado e lindo e maravilhoso refletindo uma das poucas alegrias que o calor nos proporciona). Em um dia de chuva, como foi o nosso caso, fica tudo um pouco sem graça.

Se você for se arriscar, aqui fica o caminho das pedras: a estrada de terra pra chegar lá é terrível e se chover o carro não vai, não tem jeito (eu não achei isso indicado em lugar nenhum #diquinhas). O Waze se perde quando está chegando lá, por ele ter a política do ~melhor caminho~, te joga em umas quebradas e ele acha que você já chegou quando na verdade você está no meio do nada. O melhor mesmo é anotar o caminho antes de sair e seguir rigorosamente as indicações no site.

APTO 401 - Templo Kinkaku-ji

APTO 401 - Templo Kinkaku-ji

APTO 401 - Templo Kinkaku-ji

APTO 401 - Templo Kinkaku-ji

APTO 401 - Templo Kinkaku-ji

Eles também fazem Festa da Cerejeiras, entre julho e agosto, e acredito que com sakuras, tempo mais seco e frio (e festa), a visita valha mais a pena. 🙂

BEDA 2016


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