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Diarinho

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Coffee & Contemplation #1 – miniBEDA #3

Fazia tempo que queria montar esse post que todo mundo faz e é tão bom, mas não conseguia pensar num nome. Ai roubei, como tantos já devem ter roubado, a frase do Hopper, porque é uma verdade universal, uma filosofia de vida que devia ser mais praticada. Por hora é isso. Vocês sabem como funciona, uma sessão de links e desejos e amor, aquele respiro que a gente sempre precisa. Pega um café e vamo.

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  1. Dos lugares “por que eu nunca ouvi falar disso?!” tem esse café dentro de uma igreja em Londres. Um café, numa igreja! Uma baita igreja! E você senta e toma um café lá dentro. Ou chá, pois Londres. Dentro dessa igrejona.
  2. tatuadora mais incrível do mundo passou pelo Brasil e, migas, nós perdemos. A Rita, como eu vou explicar… ela pega uma flor DE VERDADE e transfere ela pro seu corpo.
  3. É fato conhecido que amo dinossauros, de modo que me pareceu muito certo comprar essa roupinha para Alessa (e no inverno ela vai precisar se agasalhar mesmo por causo da bronquite) (e existem IMAGENS deste momento no meu instagram, me segue)
  4. O Ink+Volt não distribui mais gratuitamente seu planner bacana pra download, mas esse ano eles fizeram uma série de posts bem legais sobre planejamentos feat. metas em formato de desafio mensal. Ele dá exemplos reais pra quem quer se engajar mais no instagram, fazer mais exercícios ou escrever todos os dias.
  5. E fica aqui também um link da casa: teve texto meu testando a nova impressora da Instax lá no Lomogracinha.
Diarinho, Gatice

Aquela vez do “amor, tem um gato aqui” – MiniBEDA #2

Ou aquela vez em que fomos passar um final de semana sem as gatas e Pietro disse “Amor, tem um gato aqui”.

Meu nobre cônjuge e eu nunca tivemos a intenção de sermos essas caricaturas de Pais de Pet™, simplesmente aconteceu. Tentamos evitar? Tentamos evitar (de leve). Mas você precisa escolher as suas batalhas e aceitamos que essa não era a nossa. Em agosto de ano passado, as meninas ficaram com o babá (teve uma explicação racional & independente pra um amigo nosso passar o fim de semana no apartamento, mas eu não convenceria vocês) e nós fomos passar 48hrs sozinhos em um airbnb em MG (sem falar de gato, sem dormir com gato, sem perder horas assistindo gatos serem gatos).E nós acendemos a lareira. E comemos coisas gostosas. E conversamos. E sentamos no sol no único clima possível (o inverno). No fim fim da noite, determinados a usufruir de tudo o que o país Minas Gerais tem a oferecer (já estávamos com as barrigas cheias de queijos e doces), faltava o que? Isso mesmo, olhar pro céu e comentar que “nossa, porque em São Paulo a poluição…”.

Então, meu nobre cônjuge abre a porta pra sacada, fala “amor, tem um gato aqui” e fecha a porta. Paralisado.

E tinha um gato ali. No frio de 3 graus do inverno da Grande Minas Gerais, tinha um gato ali. Uma gata. Uma gata recheada de gatinhos. Faminta.

MiniBEDA

Gato laranja

Nas 24 horas que se seguiram, Quitéria usou um de nossos cobertores, comeu ¼ do nosso queijo, tomou sol no nosso colo, ficou fascinada pelo Pietro. E, é claro, acompanhou toda a conversa sobre seu destino. Sobre furtar uma gata. Sobre furtar uma gata recheada de gatinhos (o que com certeza a lei encara como algum tipo de agravante) (mas nos três graus do inverto mineiro configuraria furto da nossa parte ou abandono da parte do dono?). Sobre levar uma gata recheada de gatinhos & não testada pra casa. Sobre a adaptação de uma gata recheada de gatinhos e duas gatas adolescentes. Sobre encarar tudo isso em um domingo a noite. Sobre a possibilidade de gata feat. gatinhos com fiv/felv e o que fazer com eles. Sobre a possibilidade de gata e gatinhos saudáveis e eles ficando em casa pra sempre. Um total de zero respostas.

O carro já estava carregado quando Quitéria decidiu pra gente. Deu as costas e foi pra casa do caseiro.

Diarinho, Internet

Aquele em que de novo não posso ver um mês com “a” – MiniBEDA #1

Em 2018, completo 15 anos de blog e mesmo não postando muito, sempre reservei um espaço enorme na minha vida pra ele. Em uma década e meia, o termo se reformulou inúmeras vezes, mas o que eu chamo de blogar continua tão natural e instintivo pra mim, que estava lá onipresente mesmo quando esse espaço em si deixou de existir. Nos últimos meses me perguntei o quanto disso era hábito e o quanto disso era gosto. E no fim do dia, quando eu olho as minhas pessoas e quando olho as pessoas lá de fora, é muito claro que daquele nosso velho jeito, ainda quero ser gente que escreve, gente que mora na Internet.

Na vida lá fora eu nunca precisei tanto de um respiro. 2017 foi lindo, foi intenso e foi IMENSO. Eu ainda venho dele acelerada. E exausta. Pensei nesse BEDA como uma coisa mini. Pra lembrar de ver as coisas pequenas. Ele tem um pouco da newsletter de dezembro da Anna (afinal, onde a minha life coach EAD não está presente?). Ele é pra reaprender a viver a vida de pouquinho. Ele é pra ser simples. Ele é pra dar aquela pausa no dia. Ele é pra coffee e contemplation. Ele é pra esperar a Copa. E como tantas coisas recentes, ele é mais pra mim do que pra qualquer outra pessoa. E é por tudo isso que vai ser ótimo dividi-lo com vocês, as minhas pessoas.

miniBEDA


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