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Vida Que Segue #12 – Aquele Depois de Nova York

4 de dezembro de 2017

E aí que eu renomeei todos os posts de “resumo da semana” porque se tá tocando ~hoje a festa é sua, hoje a festa é nossa~ na tv, então é porque é época de organização. E aí a categoria virou isso aqui.

Fazendo 1 – Eu viajei

NYC - APTO 401

Então que fui pra Nova York. E teve dinossauros (MEU DEUS EU AMO DINOSSAUROS!!!) e teve as locações de Mensagem Para Você (MEU FILMEEEEEE!!!) e teve meu oitavo (!!!) show do Guns N Roses… no Madison Square Garden (!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!). E era outono. E a bota mais linda de todos os tempos chegou na Forever 21 no meu último dia na cidade. E a jaqueta que eu queria há três meses ainda tava na loja por um milagre dos céus. E tinha abóboras. Por todos os lados. Muitas abóboras. E donuts. E eu poderia dizer que nunca me senti tão confortável e tão feliz e tão a vontade em nenhum outro lugar, mas vocês não pagam o boleto da banda larga pra ler isso, então xiu.

Fazendo 2 – Eu tatuei

Tatuagem por Elissa Rocabado

E aí que antes de viajar fiz uma tatuagem porque as minhas férias normalmente são usadas para tatuagens e Guns N Roses. E tô apaixonada.

Assistindo

Assisti O Interminável Filme Mother e, talvez, eu nunca tenha odiado tanto algo em toda a minha vida. Talvez, se estivesse sentada na ponta da fileira, tivesse levando e ido embora no terceiro dia de exibição, ao invés de passar sete dias dentro do Espaço Itaú de Cinema. Foi traumático.

Depois dessa péssima experiência como Público Pagante, voltei pro sofá e pro Netflix pra ver Stranger Things (como eu amo essas pessoas!) e Mindhunter, que me mostrou que cheguei naquela idade em que Cenas de Crime™ passam a ser levemente incômodas e perturbadoras.

No avião, assisti Lua em Sagitário, que é um filme brasileiro bem fraquinho, mas bem levinho que fez um carinho no coração, reassisti Cidades de Papel, que sempre me faz dar gostosas gargalhadas com a mão na barriguinha <3. Também revi O Diabo Veste Prada, que me desencadeou uma vontadezinha de me arrumar um cadinho mais ouvindo KT Tunstall todas as manhãs.

E falando em ser Público Pagante, você tem Amazon Prime Video? Tentei me juntar a mais uma plataforma de streamining, contribuindo assim com o mercado de entretenimento, mas achei o catálogo bastante sem condições?

Sentindo

Se na Russia eu senti muitos sentimentos, foi uma marolinha perto do tsunami que veio na cidade de Nova York. Lá lembrei de verdade o quanto gosto de andar. Porque não tinha subida e estava fresquinho e eu podia ficar na rua até uma e meia da manhã de boa. Porque eu batia fácil 20km num dia. Porque as ruas tinham números e eu não me perdia. Porque tudo era novo e cada esquina era novidade e fascinante e interessante e tinha donuts. E abóboras. E sinto falta. Demais.

Planejando

Apesar de ter comprado as minhas primeiras botas Santa Lolla nessa Black Friday, de estar amando mais do que tudo esse friozim em dezembro (<3 <3 <3) e as minhas roupinhas novas de inverno, o clima não vai ser generoso assim sempre. Ele, o verão, vai chegar. E o meu objetivo esse ano é fazer com que a gente conviva de forma pacífica. Comprei shorts (muitos shorts!) e óculos de sol, criei um board no pinterest na tentativa de combinar as coisas que eu gosto (botas e lenços) com aquela temperatura do demônio e estou listando, tal qual uma habitante do hemisfério norte, todas as atividades felizes dos dias ensolarados. No momento a lista tem uma única coisa: trilhas. Rezem por mim.

Querendo

(peguei esse item aqui da minha amiga pessoal e influenciadora digital Isadora)

APTO 401

E aí que eu fiz o senhor meu cônjuge prometer que não ia me deixar comprar um porta doce do Yoda na viagem. Estou amargamente arrependida de não ter comprado um porta doce do Yoda na viagem. Quero um porta doce do Yoda. Estou vendo no ebay.

Também tô querendo fazer um fotolivro da viagem (porém minimalista e chique) no chatbooks e em um surto de Luz & Fé baixei o app e subi todas as fotos, e ordenei, falta só pagar. Espero que isso seja feito ainda esse ano. Num mundo muito louco espero que o da Russia seja feito na mesma leva. O de Londres também.

Nessas de Agora Eu Vou Organizar As Lembranças & Souveniers Organizações LTDA, também tenho o anseio profundo de pegar os rótulos de cerveja que trouxe na mala e colar no álbum de rótulos de cerveja. Com data. Parece simples. Nunca foi feito. Tem três anos já o álbum.

E eu finalmente achei um rack parecido com o que eu queria da Ikea. Ele tem a benção da Rainha da Minha Vida. Só vamo.

 

Pessoal, Viagem

Aquele sobre Nova York

11 de outubro de 2017

Até meus 16 anos, meus únicos, previsíveis e nada criativos sonhos de viagem eram Nova York e Londres. Lembro que um dia um amigo me perguntou no pátio da escola qual o motivo de eu querer conhecer esses lugares e eu não soube explicar, até escrevi um post sobre isso em um blog super secreto aquele dia. Doze (12!) anos depois, eu casei com esse amigo e doze (12!) anos depois, mais precisamente nesta terça, eu embarquei para Nova York, que é hoje a cidade no mundo que menos tenho vontade de conhecer. E ainda assim eu quero TANTO conhecer.

Essa é uma viagem que veio no tempo certo. Acho que se fosse a primeira de todas, seria uma coisa deslumbrada, acho que se não viesse nunca, eu, eterna Do Contra, ia sempre desmerecer de longe. Talvez em outro momento eu não estivesse tão aberta a ir e viver de verdade (a princesinha dos julgamentos). Algo me mudou na Rússia e lembrei que em algum momento depois daquela pergunta aos 16 anos eu decidi que eu queria viajar pra cacete.

Além disso, eu estava bem precisada de um processador da KitchenAid.

Desde os meus 16 anos eu não pensava em Nova York, então peço perdão por todas as fotos legendadas única e exclusivamente com frases de Mensagem para Você (uma das MELHORES películas já feitas) e com “ei, bobão, me dá um chicletão“. Não vou ver a Estátua da Liberdade nem topo de edifício nenhum porque a gente pode estar aberta a coisas novas, mas a gente ainda tem certas imagens a manter. Vai ter flood no Instagram e agradeço não apenas o seu like, mas também o seu conselho, nobre internauta, porque apesar se ter estudado ferrenhamente Gossip Girl essas últimas semanas, sinto que podia estar mais preparada. xoxo me segue lá.

Mensagem para Você

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Tag: Brinquedos Preferidos

10 de outubro de 2017

Aaaacho que lá nos idos de 2007 existia uma tag (na época ainda meme) de Dia das Crianças em que a gente listava os 10 brinquedos preferidos da infância. Meu post se perdeu junto com meus outros 12 anos de arquivos (sdds) e já que estamos de férias, por que não, não é mesmo? Eu googlei o assunto por aproximadamente 30 segundos e não sei se hoje os jovens tem um nome específico pra brincadeira, mas vamo.

1. Trailer da Barbie

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Em mais um episódio de a vida como ela é: sem dinheiro pra casa da Barbie, minhas bonecas foram morar num estacionamento de trailer mesmo. Ele era lindo e rosa e com todo esse ~aproveitamento criativo de espaço~ que me preparou bastante para a experiência de visitar imóveis na grande cidade de São Paulo.

2. Maquininhas de Qualquer Coisa

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Eu sempre amei as Maquininhas de Qualquer Coisa (da Eliana): Maquininha de Tricô, Maquininha de Escrever, Maquininha de Sorvete… Podia se dizer que nascia uma empreendedora, mas é que eu achava muito louca a idéia de poder fazer COISAS, em casa, sem precisar pedir dinheiro pros outros. Minhas bonecas ganharam infinitos cachecóis produzidos na Maquininha de Tricô.

3. Pense Bem

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Criança Cabeçuda e Medalha de Bronze na Olimpíada BRASILEIRA de Matemática ficou felizona com um brinquedo que em que se ganhava ponto quando acertava contas.

4. Lego

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De novo, criança cabeçuda e filha única. Me divertia horrores. Os gatos também.

5. Lango Lango

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Pedi um Meu Querido Pônei, ganhei um Lango Lango. Pensando a longo prazo, os ensinamentos foram mais úteis na Vida™.

6. Estrelinha da Mônica

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Não servia pra nada, mas colocando na palma da mão ela… acendia. <3 Ainda é um dos meus desenhos preferidos da Turma da Mônica (logo atras da Princesa e o Robô BAITA DESENHO). Parece que foi relançada agora, porque se ligaram que a gente paga caro por coisas dos anos 90 – menos chocolate, isso não relançam.

7. Polly Pocket

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Eu gostava de brincar com coisas pequenas. Muito pequenas. Pequenas como bonecas de 1 cm que moravam em casas de 12 cm. E as casinhas fechavam nesses estojinhos em forma de estrela e coração. Num deles tinha até uma uma fada e sua FOCA.

8. Pokémon

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Na escola todo mundo sabia qual era o melhor FORNECEDOR da 25 de março e como identificar as melhores ~réplicas~ (ah, a minha ZL <3).

9. Nunca tive, sempre amei 1: Escolinha da Moda

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A vizinha tinha esse que é apenas um dos brinquedos mais legais de todos os tempos: você encaixava várias peças om moldes pré-prontos, montava o ~~~look~~~, colocava um papel em cima e passava o giz de cera, ta-nã: desenho todo marcado até pra alguém com zero habilidades artísticas como eu.

10. Nunca tive, sempre amei 2: Megazord

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Eu amava Power Rangers, mas em casa existiu uma fase do “não deveríamos deixar ela ficar vendo essas coisas de menino“, de forma que ter um Megazord estava totalmente fora de cogitação. Aí eu brincava com o do meu primo. ¯\_(ツ)_/¯

Feliz dia das crianças, migas!