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Whole 30 – As explicações dos alimentos

20 de fevereiro de 2017

Esse perfil não conta calorias e esse perfil sonha em conquistar o título de maior somelier de Kit Kats da galáxia. Isso aqui não é blog fitness e JAMAIS condena o consumo de qualquer porcaria alimentícia (inclusive, me chamem!). O Whole 30 foi uma coisa que eu fiz em janeiro do ano passado, porque estava com sérios problemas de disposição e ansiedade, e que me ajudou (muito!). Estou dividindo um pouco dele por aqui.

Eu fiquei muito feliz que as pessoas vieram perguntar cousas do Whole 30 no outro post. :) E então, tal qual as boas almas que disponibilizam resumos de Dom Casmurro para os vestibulandos, vou deixar aqui em resuminho dos principais pontos do programa (ou seje: falar da coisa dos grãos).

Tem gente que chama esse projeto de ~comida de verdade~, mas acho isso meio errado. Acesso a alimentação adequada também é uma questão de economia, aí chega um bando de espertão, e condena quem consome industrializados, que em vários lugares do mundo são mais baratos, e fala que aquilo não é “comida”. Sejemos menas.

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Pois que bem, vamos começar com os livros: eu li o It Starts With Food que é mais ~~~técnico~~~, ele explica direitinho as questãs que umas lindas deixaram nos comentários do outro post: micronutrientes, macronutrientes, o efeito de cada coisa, a justificativa de cada sim e de cada não. O 30 Dias Para Mudar é mais resumido, cheio de fotos e vai direto ao ponto. Dá pra entender a pegada dele nesse link da Amazon, que disponibiliza o livro quase que todinho pra visualização (só não libera as receitas).

Outra coisa que cabe dizer é que não sigo 100% do livro a risca, porque acho que pode caminhar muito rápido pra paranoia. Por exemplo, eles falam que se você consumiu algum dos alimentos proibidos por acidente, coisa de um colher de sobremesa de tempero num prato no 20º dia, tem que começar tudo do zero. A não ser que você cozinhe 100% das suas refeições em casa, é impossível ter esse tipo de controle. Mesmo que nesses 30 dias eu acabe evitando o kilão e levando marmita pra firma (economizo horrores, é maravilhoso ver o saldo do VR no final), vai ter um dia em que eu vou comer lá e não vou saber todos os ingredientes de cada refeição. Se eu fosse pro extremo, essa proposta ia me estressar ainda mais e o que eu quero com esse programa todo é ter a famosa PAZ.

Mesmo nesse meu rítmo, senti muitas mudanças sim, não consigo pensar em (ou pelo menos não li sobre) nenhum benefício que seja tão significativo que justifique esse cuidado extremo.

Dito isso, segue anexo as grande lista dos alimentos polêmicos.

Não pode açúcar (nem adoçante!)

Os açúcares (pode ser o branco, o marrom, orgânico, mel)  são aquelas calorias vazias: não tem vitaminas ou minerais, apenas calorias. O consumo excessivo dele também causa desregulação no metabolismo e nos hormônios. Mas a questão principal é a forma como ele atua no cérebro, criando uma reação psicológica nada saudável. Nenhum outro alimento na natureza provoca uma sensação de prazer tão intensa quanto o açúcar, assim a gente tende a querer consumir cada vez mais pra atingir aquela pico anterior. Os adoçantes atuam no cérebro da mesma maneira que o açúcar, mas são muito mais potentes.

Não pode álcool (nem pra cozinhar)

Pra começo de conversa  álcool é a porta de entrada para drogas mais pesadas como o açúcar (ninguém que tá alegrinho vai ler rótulo nutricional, né mores?), além disso são (muitas) calorias vazias e seu consumo dificulta um pouco o controle dos níveis de glicose.

Não pode leite, queijo, iogurte e outros derivados

Eles se baseiam em toda a teoria de que o leite de vaca foi feito pra um bezerro crescer absurdamente rápido pra poder tocar A Vida™ e assim, não tem como os mesmos nutrientes servirem para um humano adulto. Eles dão toda a explicação de como a proteína do leite impacta no sistema imunológico, causa inflamações no intestino e desequilíbrio hormonal.

Mas e o cááálcio?” ele está presente em uma dezena de outros alimentos em quantidade equivalente ou maior que o leite.

Por fim, a proposta do programa é suspender os alimentos por 30 dias e depois reintroduzi-los gradativamente pra entender o efeito deles no organismo. No caso dos leite (& derivados), pode ajudar a galera que é intolerante e não sabe.

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Não pode grãos e leguminosas

A estrutura dos grãos se divide em 3 partes: a casca (onde estão todas as fibras e vitaminas – parte que é removida no refinamento), o germem (material reprodutor da planta – também costuma ser removido no refinamento) e o endosperma (os nutrientes que o grão vai usar para germinar e virar uma planta – ou seje: calorias).

Então sim, grãos tem fibras, minerais e proteínas, mas na maioria dos casos esses nutrientes são removidos no refinamento e mesmo no caso dos integrais (quando as partes ~boas~não são retiradas) a quantidade desses nutrientes não é tão considerável quanto a gente pensa. Em fibras, duas colheres de sopa de aveia são equivalentes a uma maçã ou a 150g de couve flor (só que essas últimas tem uma infinidade de outros nutrientes que os grãos não tem e em menos calorias).

No caso específico da soja eles pedem pra redobrar a atenção, porque ela contém hormônios muito similares ao hormônio feminino e seus efeitos no desiquilíbrio hormonal ainda são #polêmicos.

Como nos grãos temos toda a questão do glútem, assim como no caso dos laticínios, suspender e reintroduzir esses alimentos ajuda as pessoas que são celíacas e não sabem.

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Juntando tudo

Eles ainda falam muito detalhadamente sobre doenças autoimunes e diversos tipos de inflamação (em especial no intestino, eles amam falar de inflamação no intestino e como isso afeta a sua disposição) que o consumo de alguns alimentos pode causar, mas aí já fica muito Treta de resumir.

“Ah, mas se você fizesse uma reeducação alimentaaaar…”

Já falei nesse post como se alimentar (uma coisa que deveria ser ridícula de simples) se tornou algo difícil e complexo. Na teoria todos sabemos a forma “correta” de comer, mas achar que tudo se resolve nas frases “é uma questão de reeducação alimentar” e “é só comer com equilíbrio” é viver num mundo de fantasia.

Quando a gente fala de um programa como o Whole 30 (“noooossa, super radical”) sempre tem a sugestão da reeducação alimentar, como se ninguém nunca tivesse tentado, como se não existissem distúrbios alimentares e como se comida, pra uma quantidade enorme de pessoas, não fosse um conforto, uma válvula de escape. Mais da metade do planeta está acima do peso (dados da OMS), mas só os floquinhos de neve especial que pensaram “nossa, decidi, vou fazer uma reeducação alimentar!”

Já tentei nutricionistas quatro vezes, mas quando a relação com a comida é toda emocional e as diferenças demoram horrores pra aparecer (não estou falando de peso, mas daquela adaptação insuportável), a frustração é imensa. O Whole 30 é um mês pesado? Sim, é, mas você sente a coisa mudando em um rítmo que te anima, é real. É um esforço maior no começo, mas depois que você quebra certas barreiras e hábitos, aquelas vontades desesperadoras somem completamente e você sente o controle de novo. Já tentei reeducação alimentar por períodos muito maiores que 30 dias e só me sentia pressionada. Funciona pra algumas pessoas? Funciona, mas não é pra todo mundo.

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Por fim

O Whole 30 pode parecer exagerado (e algumas coisas de fato são), mas as diferenças são nítidas e pra mim foi uma experiência muito positiva. Como sempre, dúvidas, questões, e angústias, só deixas aí nos comentários. <3

 

Lifestyle, Pessoal

Tag – Apaixonada por Fotografia

17 de fevereiro de 2017

Esse meme está parado aqui há anos. Porque acho “apaixonada” uma palavra pesadérrima. Até fotografia acho uma palavra pesada. E a minha relação com ela sempre foi muito TENSA. Teve uma época que toda millenial de São Paulo tinha a sua câmera da Lomography da Augusta (fazendo valer aquela citação do Lost in Translation), e parece que desde então todo mundo que nos vê com uma câmera no pescoço só enxerga uma menininha que tira foto de pés.

Gosto de usar a câmera porque ela me esconde das pessoas. E me dá uma coisa pra fazer com as mãos quando estou no meio delas. E porque ela registra lembranças. E me obriga a sair e produzir lembranças para serem fotografadas.

Em outubro, entrei pra equipe do Lomogracinha. Um sonho. Sonho mesmo. Sendo amiga das patroas, sempre ficava naquela expectativa de entrar pro time. Quando nos víamos, tal qual Mc Ludmilla, me perguntava “É hoje?”. Um dia foi. Foi lindo. Em novembro aconteceram coisas, chorava o dia todo, decidi que ia vender todo o meu equipamento porque não dava mais insistir nessa bobagem. Em dezembro, o layout novo do site entrou no ar. Em janeiro, levei o equipamento pra limpar. A minha relação com a fotografia sempre foi muito TENSA.

A necessidade de provar que não sou só uma menininha que tira foto de pés é constante. Mesmo que eu saiba que não tem nada errado se eu decidir ser. Eu gosto de tirar fotos. Eu tiro poucas. Normalmente eu tiro pra mim.

Eu gosto mesmo é de tirar foto de vaca.

Tag: Apaixonada por Fotografia

1 – Com quantos anos você teve sua primeira câmera fotográfica?

Uns 12, ganhei numa revista antiga, a Disney Explora. A gente juntava os cupons das doze primeiras edições e trocava por uma câmera e binóculos (!). Ela era completamente manual e ninguém entendia disso direito em casa, aí ganhei uma Canon melhorzinha no Natal.

2 – Prefere fotografar ou ser fotografada?

Gosto mais de fotografar, mas queria muito ter fotos minhas.

Tag: Apaixonada por Fotografia

3 – Você tem uma boa câmera para fotografar?

Tenho uma Nikon D3100 (e mais um montinho de analógicas). Acho uma ótima câmera e tive excelentes professores me mostrando que o peso que as pessoas colocam no equipamento costuma ser exagerado.

4 – Você fotografa e publica suas fotos?

Existe 01 flickr que nunca é atualizado e 01 instagram de fotos de gato.

Tag: Apaixonada por Fotografia

5 – Tumblr, We heart it, ou instagram?

Instagram pela praticidade. Se vou pro tumblr, acabo abduzida pelas fotos de gatinho. E o We <3 It nunca funcionou bem na minha mão.

Tag: Apaixonada por Fotografia

6 – Cite uma pessoa que você se inspira para tirar suas fotos.

A Lari. :3

7 – Você edita suas fotos ou prefere que elas fiquem no modo original?

Ponto 1: Eu não sei editar. Ponto 2: Gosto de deixar a foto como a cena está na minha memória, faço pequenas correções, mas não mudo muito balanço de branco ou adiciono muito filtros, porque a função principal ali é registrar um momento, manter uma lembrança.

Tag: Apaixonada por Fotografia

8 – Qual seu programa predileto para editar fotos?

Photoshop mesmo.

9 – Sonha em ser fotógrafa ou faz isso como um hobbie?

A única área na fotografia que eu gostaria de levar como profissão seria fotojornalismo, mas não sinto que eu tenha o jeito, o sentimento ou o preparo pra fazer minha vida em cima disso. Aceitar que existem coisas que eu gosto de fazer e coisas que me dão um retorno financeiro foi um dos maiores aprendizados que a fotografia me trouxe.

Tag: Apaixonada por Fotografia

10 – Já fez algum tipo de curso de fotografia?

Fiz o curso ~profissional~ no IIF e me arrependi por cada centavo. Mas fiz dois cursos incríveis no Sesc, um deles mudou minha vida e me mostrou muito sobre quem eu queria ser (na fotografia e fora dela).

11 – Qual a última foto que você tirou?

Claramente uma foto de gato.

12 – Qual a última vez que você foi fotografada por alguém?

Acredita-se que tenha sido nesses dias aqui.

13 – Você é daquelas que quer sempre registar os momentos e o que está ao seu redor, e sai sempre com uma câmera nas mãos?

Queria fotografar mais, mas morro de vergonha.

14 – Mostre uma foto sua (ou que você tenha tirado) que você goste muito.

Tag: Apaixonada por Fotografia

As fotos desse dia não tem nada de especial, não tem uma composição incrível ou técnica mirabolante (tem um ISO bem alto), mas eu amei demais fazer e amei ainda mais ter conseguido esse resultado pra banda de uma amiga que conheço há lindos e longos 22 anos.

 

E por fim: PRESTIGIEM O SITE! Tem texto meu lá no Lomogracinha agora (as perna até treme de lembrar):

Além disso, tem os conteúdos mais do que sensacionais das meninas:

VEM! :)

Lifestyle

Whole 30 – o que, quando, como e porque

11 de janeiro de 2017

Esse perfil não conta calorias e esse perfil sonha em conquistar o título de maior somelier de Kit Kats da galáxia. Isso aqui não é blog fitness e JAMAIS condena o consumo de qualquer porcaria alimentícia (inclusive, me chamem!). O Whole 30 foi uma coisa que eu fiz em janeiro do ano passado, porque estava com sérios problemas de disposição e ansiedade, e que me ajudou (muito!). Estou fazendo novamente e vou dividir as histórias, caso isso ajude outras pessoas.

O que é o Whole 30?

O jeito fácil de você resumir o Whole30 pra justificar o seu prato diferente na mesa do almoço de domingo é: uma espécie de dieta em que você fica 30 dias sem comer nada industrializado. Se vende dentro de saquinho, latinha, caixinha: provavelmente, não pode.

Whole 30

Whole 30

Whole 30

O jeito certo seria dizer que é um plano alimentar, detalhadamente descrito no livro “It Starts With Food” (e no 30 Dias Para Mudar), que se baseia na idéia de: existem alimentos que te fazem bem (te deixam mais saudável) e alimentos que te fazem mal (te deixam menos saudável). Não existem alimentos neutros. Não existe meio termo. Dentro do critério de te fazer bem, também é preciso ter uma justificativa nutricional para o consumo.

Parece complicado, mas não é.

E ninguém espera (ou aconselha!) que você consuma apenas esses alimentos para o resto da vida.

O Livro

O It Starts with Food é muito didático e se divide em capítulos mais teóricos e uma parte mais prática. As passagens que descrevem como cada componente alimentar atua no corpo conseguem não ser cansativas e fluem muito bem, mesmo em inglês. Mas se esse não for o foco do seu interesse, os próprios autores permitem que você pule esses capítulos (sem prejudicar o restante da leitura).

Assim como outros livros do gênero, ele tem sim os pequenos depoimentos e promessas de mudanças de vida maravilhosas, mas fica bem dentro do suportável, não chega a irritar. Meu único problema com esses relatos é quando apontam um controle total da diabetes apenas com a alimentação (diabetes é uma coisa séria e precisa de acompanhamento médico!).

Não vi o 30 Dias para Mudar de perto ainda, mas ele parece ser a versão ilustrada e mais direta do outro.

Os Critérios

Cada tipo de alimento é analisado com base em quatro critérios, não pode: ser psicologicamente não saudável, inflamatório, de difícil digestão ou capaz de causar mudanças hormonais.

O que pode e o que não pode

Não  ‘pode’:

  • Açúcar processado e adoçante
  • Álcool
  • Grãos e leguminosas (especialmente soja e derivados)
  • Derivados do leite

Pode:

Existe uma lista detalhada aqui, mas pra facilitar a minha vida, limitei tudo para: carnes, ovos, legumes, chás e frutas (em menor quantidade). Outro truque pra tornas as coisas mais fáceis é ler o rótulo e não consumir se tiver algum elemento que você não usaria pra brincar de forca (ex: conservador ácido sórbico, sequestrante EDTA cálcio dissódico).

Whole 30

E depois dos 30 dias?

Passados esses 30 dias de alimentos ~~~~permitidos~~~, você pode reintroduzir os outros gradativamente e ver como seu organismo reage a cada um deles. Essa é também uma forma de identificar se aquele problema de saúde que nunca vai embora não é efeito da alimentação. Ninguém propõe que você faça isso pra sempre, mas que com a experiência desse período, possa fazer escolhas mais adequadas PRA VOCÊ.

(ninguém falou em fitness, ninguém falou em geração saúde, ninguém falou em queijo branco no pão integral – eles, inclusive, estão fora do Whole30 – mas sim em comer o que faz você se _sentir_ bem. SENTIR é a chave de tudo aqui)

Como foi pra mim

Eu tenho problemas graves com ansiedade e alimentação desde os 11 anos. Fui ensinada em casa que o CERTO era usar calça 36 e roupa P. Eu ganhava calças 36 (38 estourando) e deitava na cama pra fechar porque esse era o CERTO. Tomei remédios para emagrecer ao 13 anos (um que hoje é proibido por causar taquicardia). A hora de comer era um sofrimento porque era uma coisa errada. Então, minha relação com comida sempre foi péssima. Desde então, em qualquer situação de stress eu: como.

O fato de estar de dieta me causa um incômodo sem fim, porque o stress de saber que não posso comer, me faz comer mais. Com doces a situação costuma ser pior (o que o livro chama de ~craving~).

As primeiras semanas de Whole 30 não foram fáceis (foi exatamente como a Melissa Hartwig disse que seria). Mas depois do décimo quarto dia, parece que deu um estalo mágico e: eu me sentia bem. Minha vontade de doce caiu pra zero, minha concentração nunca esteve tão boa, eu dormia menos horas e ainda assim acordava super disposta, saia com amigos para um bar, não sentia vontade nenhuma de beber (!!!) e virava a noite (quando meu normal é desmaiar de sono e rabugentisse as 22hrs em ponto). Eu tinha energia e bom humor (e meu cabelo e pele estavam ótimos!).

Sobre a perda de peso (a pergunta que não quer calar)

Perdi 7kg (e desinchei horrores).

Mesmo depois de reintroduzir outros alimentos, ainda me senti bem disposta e não engordei (perdi mais 3kg na verdade). Voltei a engordar em junho (terminei o Whole30 no Carnaval), porque foi uma fase de esperar muitas respostas de muitas pessoas sobre coisas muito importantes e eu estava ansiosíssima.

Quando ganhei peso, os Fiscais de Dieta™ não demoraram nada para dizer que ~tá vendo, nada radical funciona~, mas eu não vejo a coisa desse jeito. Nunca pensei que um programa de 30 dias fosse resolver todos os meus problemas de quase duas décadas, mas foi, de longe, uma das coisas que mais me deu resultado, principalmente porque não foi uma coisa só de perder peso, mas de me SENTIR EM PAZ.

Vou refazer o Whole 30 e a idéia é colocar posts semanais aqui, caso isso possa ajudar, motivar ou informar alguém. 😉

Whole 30

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Outras fontes

A Mari fotografou todos os pratos do projeto que ela fez com o namorado e é tudo abusado de lindo (é cada louça, é cada prato, é cada arrumação!), vale muito a visita. Eu já tinha ouvido falar várias vezes do Whole 30 (inclusive no ABM), mas o empurrão dela foi definitivo pra começar.

E aí, vamos?

As fotos do post são de uma saída fotográfica no Mercadão de Pinheiros.