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BEDA #30: Os encontros do Blogueria

30 de agosto de 2016

Amanhã é #BlogDay, chegaremos ao fim do BEDA (ISSO É REAL?!) e além de indicar blogs maravilhosos que participaram dessa longa (longa, enorme, infinita) caminhada de 31 dias, é possível que eu faça textão de ~lá em 2003, quando eu comecei…~ e etc. Na tentativa de minimizar as histórias em torno da lareira e encurtar a sessão de Conselhos aos Jovens™, optei por começar com o saudosismo hoje, com um breve recapitula dos encontros Blogueria que tive até aqui:

(se você chegou agora, Blogueria era o nome de um grupo de blogueiros e servia, basicamente, pra gente se encontrar)

2007 – Na Cervejaria quando ainda não chamava Blogueria

Blogueria

Em julho de 2007, as blogueiras decidiram que iam se encontrar! A gente marcou na catraca da estação Santa Cruz, aqui em São Paulo, e rumou para uma cervejaria dentro do shopping. Câmeras digitais ainda eram bem caras na época e não era todo mundo que ficava postando a fuça online (até por questões de segurança) então as pessoas iam chegando e se encarando meio desconfiadas, até rolava um “Ei, você é a Nicas?“.#momentos

A maioria de nós nunca tinha se visto pessoalmente e, meu deus, como a gente FALOU esse dia (eu levei meu primo, porque de lá a gente ia pra outro rolê e ele quis morrer, nunca me perdoou). Esse encontro também contou com algumas mães que queriam ter certeza que as filhas não estavam indo encontrar um bando de doidos.

2007 – Mercado Mundo Mix

Blogueria

Pode ser que aqui a gente já tenha adotado o nome de Blogueria (questões). Lembro muito pouco desse encontro, tanto que eu conheci a Line nesse dia (e que hoje é uma grande parça), mas não tenho nem a mais remota lembrança.

2007 – No Capricho

Blogueria

Esse dia foi da hora. A Adelia veio de Recife e nós ganhamos bottons com o símbolo do Blogueria. Hoje a gente vê que eram só 15 pessoas, mas na época parecia TANTA gente! Rolou algum sorteio ou vouchers de campanha que algumas meninas estavam fazendo e eu acabei ganhando uma sessão de fotos, um toy art e uma sandália, melhor dia.

2007 – Amigo Secreto Natal

Como a gente era organizada, né? A gente sorteou tudo certinho e ninguém furou na hora de ir entregar. Marcamos em um bar perto do Trianon, chegou lá era um bar de tiozão, com um telão que só mostrava vídeos alfa fm e que a gente dominou e colocou o DVD novo das Spice Girls que a Vivi ganhou. Foi melhor que Karaokê.

2008 – Pic-Nic

Blogueria

É desse dia pra frente que oficializei a camaradagem ‘cas miga Carol e Rhariane, tava frio, todo mundo furou, mas um amor nos unia: a comida.

2008 – Amigo Secreto de Páscoa

Blogueria

Mais um dia em que se organizar direitinho, todo mundo aparece e troca os presentes. A entrega foi naquela sorveteria Alaska (que desde então juro que vou voltar todo santo verão, mas segue em frente tem outros verão).

2008 – Encontrinho (não oficial) na Liberdade

Porque se alguém de fora vinha pra São Paulo, a gente fazia encontro também. <3

2010 – Brechó

Blogueria

Nesse a gente organizou um brechó na casa da e eu comprei uma blusa ótima da Ju. Aqui, mesmo a gente tendo feito uma divulgação menor (porque era na casa de alguém) já eramos em 25 meninas e tínhamos sorteios rolando, mas o que eu mais lembro desse dia era um cupcake que nossa senhora que cupcake (dsculp).

2011 Tea Station

Se o bazar parece que foi há décadas, esse encontro do Tea Station parece que foi semana passada. Aqui a Mahara foi a primeira de nós a trazer UM FILHO (e que filho, meu deus o JP é lindo da gente perder a fala) e foi onde eu comecei a perceber o tempo passar.

 

Esses são os encontros que eu participei, teve uma época que tinha alguns eventos paralelos de sábado, mas nesses acabei não indo. Procurei fotos por aí, mas quase todas se perderam, acho que quem tem mais registros online ainda é a Paula (que cuida também do domínio do Blogueria e da conta no twitter).

Será se teremos mais encontros? Lembraremos os velhos temos? Tomaremos uns negocinhos? São questões.

BEDA 2016

Pessoal, Viagem

BEDA #29: Aquele dia do hostel em Hong Kong

29 de agosto de 2016

Durmo no chão para passar a noite em filas de show (chão mesmo que eu tenho preguiça de levar coisas, eu deito no concreto) e tenho zero problema com banheiro químico ou lugar sujo pra comer, basicamente, sou bem de boa com certas frescuras. Mas sempre tive um pézinho atrás com albergues. Minha primeira vez foi num hostel em Hong Kong.

Na data e questão em vinha de 50 (maravilhosos) dias batendo perna em Hong Kong: o primeiro deles eu dormi no aeroporto, os 49 seguintes dormi em faculdades e o último, por questões logísticas (e financeiras) ia precisar ser em um albergue.

Esse Hong Kong Inn era a primeira e mais bem avaliada acomodação do Hostel World, foi também indicação de alguns brasileiros que me encontraram lá. Reservei uma cama em um quarto compartilhado feminino para 4 pessoas por HK$ 239,00 (na época dava umas 60 dilmas). Como HK é muito ruim de taxi, deixei todas as minhas malas trancadas na estação central (de onde sai o trem pro aeroporto) e fiquei só com a mala de mão pra fazer correr (compras) de ultima hora.

O prédio ficava em Causeway Bay que é um bairro central de Hong Kong que eu amava fuçar a pé e onde as lojas fechavam muito, MUITO tarde (a Forever 21 DE RUA fechava à 1 da manhã), então eu fiquei batendo perna até umas onze e fui pro hostel.

Chegando lá, era um prédio bem zoneado, com tudo super apertado, mas né, estamos na China, superpopuloso, levante a mão, entre no clima. Fiz o check-in e o rapaz do balcão disse para eu seguir uma mocinha que me levaria té o meu quarto (e eu que sempre achei que hostel era um esquema faça você mesmo?!).

Eu segui e ela:

SAIU DO HOSTEL

E comecei a dar VOLTAS pelo bairro.

Vários rolês.

Vielas, becos, vielinhas.

E chegamos em um prédio velho cujo qual continha uma placa gigante com os dizeres: “PROIBIDO HOSPEDAR ESTRANHOS” (ou algo similar em um inglês mais ou menos).

“Prooooooonto, vou ser presa na minha última noite em Hong Kong, ser deportada e nunca mais vou poder voltar pra essa terra que tanto amo.”

Nisso já era quase meia noite e, no desespero, achei melhor entrar e meter o famoso louco, do que ir brigar de volta na recepção do hostel (que a essa altura já era lá na puta que pariu) e procurar outro lugar pra dormir (em Hong Kong!).

Subimos no APARTAMENTO de uma senhora que não falava nada de inglês e ela me levou pra um quarto até que arrumadinho, apontou pra uma cama de casal e disse que era ali que eu ia ficar. Tinha cara de ~um quarto feminino~ e eu pensei “pelo menos me dei bem e é uma cama grande”.

Quando comecei a arrumar a cama toda pra mim ela desanda a falar (repetidas vezes e sem pausa):

TWO PEOPLE, ONE BED!
TWO PEOPLE, ONE BED!
TWO PEOPLE, ONE BED!

E eu tentei explicar que estava sozinha. E tentei explicar que não ia dividir a cama com ninguém. E tentei explicar A MINHA VIDA. Nada.

TWO PEOPLE, ONE BED!

E cada frase que eu dizia:

TWO PEOPLE, ONE BED!

Alguém (não lembro quem, provavelmente a mocinha do hostel) tentou conversar mais ou menos com ela e o veredito da senhora era que eu tinha que esperar o próximo hóspede que chegasse e íamos dividir a cama de casal pois:

TWO PEOPLE, ONE BED!

Eu estava prestes a meter o famigerado louco, quando mais um funcionário do hostel e dois alemães (maravilhosos) entraram no apartamento.

Com a mais absoluta e sincera cara de pânico.

Eles me olharam perdida ali com a chinesa (TWO PEOPLE, ONE BED! TWO PEOPLE, ONE BED!), olharam aquele apartamento estranhíssimo e: decidiram que iam meter o famigerado louco também. Nisso começou todo mundo a falar (TWO PEOPLE, ONE BED!) e surgiu, do mais completo nada, um quartinho com um beliche estranhíssimo que era cama de casal na parte de baixo e cama de solteiro na parte de cima.

Eu e os alemães entramos e um acordo de que eu dormia na parte de solteiro e os dois na de casal e pela primeira vez em quinze minutos não se ouvia TWO PEOPLE, ONE BED! naquele local.

Conversamos pouco (nisso já era quase uma da manhã) e eles precisavam sair pra jantar, tinham chegado de um voo longo e etc, falaram pra eu trancar bem a porta do quarto e abrir apena se eu tivesse certeza que eram eles (obedeci que nem criança pós supernanny).

Saí bem cedinho no dia seguinte (era domingo em Hong Kong, meu dia preferido E meu último), eles estavam dormindo de forma muito hétero (em posição de defunto para não encostarem um no outro). Tomei banho, passei por uma pessoa dormindo no sofá da sala e um chinês dormindo no chão.

Hostel em Hong Kong

Hostel em Hong KongSó tirei essas duas fotos, já na ~~~porta~~~ de saída do apartamento, morrendo de medo de arrumar confusão.

Não peguei contato dos moços (e duvido que o hostel em Hong Kong tenha qualquer registro de nossa passagem por lá), mas foi uma boa história.

 

BEDA 2016

Pessoal

BEDA #28: Resumo da Semana 5 – a última do BEDA

28 de agosto de 2016

Última semana de BEDA e apesar de estar amando a brincadeira, já não sei se teria condições de emendar um BEDS. Está sendo incrível? Sim. Exaustivo? Também. Fora que sinto essa culpa de não estar conseguindo ler e interagir com todas as migas como gostaria. Mesmo assim, já quero projeto para setembro.

Beluga e La Guapa

Essa sexta a gente foi (enfim!) conhecer o La Guapa, que agora tem uma unidade em Pinheiros. <3 O espaço é uma graça (muito a cara da Paola), mas bem apertadinho, então precisa daquele jogo de cintura dos horários alternativos pra não passar nervoso (fomos entre 19hrs e 20hrs e foi tranquilo, mas a inauguração é recente, deve piorar). Essa primeira foto é da sobremesa, que é ótima sim, mas mesmo eu sendo a louca dos doces, recomendo focar nos empanadas que são maravilhosas demais.

No sábado eu levei as gatas para castrar e para evitar o total e completo vazio existencial que se apossou do meu ser quando saí de lá SEM GATAS, fui até o Beluga, um café aqui de São paulo que é muito hipster e bem recomendado. É gotoso, mas cheio. A Katarina fez um post sobre ele e eu tive a mesma impressão, se você quiser bater um papo sobre café, conhecer coisas e tirar dúvidas, aqui não é o seu local, é tudo muito corrido e na pressa.

O que teve no blog

O que teve nas miga

O que teve lá fora

E é isso, FAÇAM A TAG DA LOUCA DOS GATOS (nunca peço nada!) e fé que são só mais três dias!

BEDA 2016